quarta-feira, 6 de maio de 2015

Português no top das línguas mais importantes

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Boas Notícias - 05 de maio de 2015

A língua portuguesa é a segunda língua mais importante no mundo dos negócios, pelo menos para quem tem o inglês como língua materna. Quem o diz é Ofer Shoshan, um colaborador da revista norte-americana Entrepeneur, num artigo divulgado esta semana.
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Espanhol, português e chinês são, na opinião do autor do artigo, as línguas que “todos os diretores executivos de empresas globais devem aprender”. A lista refere um total de 6 línguas incluindo o russo, o árabe e o alemão.
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“A língua portuguesa já é a quarta língua mais traduzida, na nossa empresa, o que reflete o seu crescimento nos últimos anos”, diz Ofer, que é o diretor executivo da empresa de traduções One Hour Translations.

O autor admite, contudo, que este aumento da 'procura' da língua portuguesa está ligado ao Brasil e não a Portugal, já que "a economia brasileira está a deixar de ser emergente para passar a ser uma das mais ricas do mundo, com uma população gigantesca, vastos recursos naturais e uma forte comunidade tecnológica". 

 Ofer Shoshan recorda que o próprio Bill Gates assumiu, recentemente, um dos seus maiores arrependimentos: não falar uma segunda língua para além do inglês. 

Por outro lado, o autor refere o momento em que o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg “mostrou um impressionante domínio da língua Chinesa, durante uma visita, em outubro passado, a uma universidade de Pequim”. 

 “Ao aprender chinês, Zuckerberg demonstrou que dominar a língua local é fundamental para aprofundar relações de negócio e conquistar a alma e o coração dos mercados”, diz Ofer Shoshan.
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COC deu dez dias para L7 negociar com Mauk Moruk - Líder do CRM impõem condições

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Timor Hau Nian Doben - 06 de maio de 2015

O Comando da Operação Conjunta (COC) deu dez dias ao irmão mais velho de Mauk Moruk, comandante L7, para este negociar com Moruk. Ambos são irmãos.

O jornal Timor Post noticiou hoje que L7 prometeu às forças de segurança que entregaria o líder do Conselho de Revolução Maubere (CRM),  Mauk Moruk, dentro de dez dias, porém, esta afirmação foi já desmentida ao Timor Hau Nian Doben pelo porta-voz do CRM, Xabilako.

"O Jornal Timor Post interpretou mal. O COC deu dez dias para L7 se aproximar de Mauk Moruk e depois desta aproximação L7 irá apresentar o resultado ao COC. Mas Mauk Moruk não se vai entregar se não forem cumpridas as exigencias dele", disse.

"Mauk Moruk está pronto para morrer e não vai cooperar porque já o condenaram a ele e aos seus membros sem terem nenhuma culpa. Mas Mauk Moruk vai falar com eles se eles retirarem o mandato de captura e também retirarem o COC do local das operações", explicou Xabilako.

Um veterano disse a este blogue que," esta manobra é em desespero porque o governo timorense gastou milhões de dólares para capturar Mauk Moruk e os seus homens e até agora não tiveram nenhum sucesso. Estão a tentar limpar a cara deles por terem gasto tanto dinheiro do povo".

Moruk afirmou na passada segunda-feira ao Timor Hau Nian Doben que não se irá render aos "camelos" e apenas irá negociar com eles se a polícia e os militares forem desarmados e na mesa das negociações estiverem presentes organizações internacionais.
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PM timorense quer professores a ensinar português e em português em todas as escolas

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Díli, 06 mai (Lusa) - O primeiro-ministro timorense afirmou hoje que são precisos mais meios, incluindo com o apoio de parceiros da CPLP, para colocar professores que ensinem português e em português em todas as escolas do país.

"Lanço este desafio. Vamos todos apoiar esta ideia: Vamos todos dotar o Ministério da Educação de meios para poder ter professores em todas as escolas de Timor-Leste para ensinar português e em português", afirmou Rui Maria Araújo.

"Temos que ser realistas. Não temos professores suficientes para ensinar o português em todo o território de Timor-Leste. O aproveitamento escolar de muitos jovens, de muitas crianças timorenses, tem sido um desastre", apontou.

Intervindo num colóquio em Díli sobre o tema "CPLP - Uma língua, várias identidades" - inserido nos eventos da Semana da Língua Portuguesa do Parlamento Nacional - o chefe de Governo disse que, depois de 12 anos "com o discurso de defesa do português" é necessário "fazer mais alguma coisa de concreto".

"Aqui não é uma questão de opção da língua como parte da nossa identidade, é uma questão de ver a forma mais eficaz, eficiente para implementar este compromisso histórico, implementar um ponto importante da nossa identidade", afirmou.

Pedindo realismo no debate, Rui Araújo disse que as dificuldades do sistema educativo e o mau aproveitamento dos alunos levaram alguns especialistas da didática e metodologia de ensino a avançarem com a ideia, "muito infeliz para alguns, defensável para outros", de utilizar a língua materna para "intensificar o ensino e a aprendizagem".

Mas insistiu que o maior problema continua a ser a falta de recursos humanos.

"A única forma é colocar todo o país com professores de língua portuguesa para ensinar em todas as escolas. É a única forma de o fazer", disse.

"Temos que investir mais na formação de professores, trazendo professores de língua portuguesa dos nossos países irmãos da CPLP para nos ajudarem a fazer isso", defendeu, afirmando que sem isso os debates tornam-se "fúteis e estéreis".

Mais do que ensinar a língua portuguesa, disse, é vital que se aposte também no ensino em português, em áreas como as ciências, ajudando os jovens a "raciocinar em português".

Paralelamente, considerou, é vital apostar no ensino do português na função pública onde há hoje mais documentos, mais despachos e todo um quadro legal e regulamentar em português mas onde a compreensão dos funcionários ainda é limitada.

"Assim como acontece na área da educação, na área da administração pública temos casos caricatos, despachos escritos em português que não são bem entendidos e acabam por ser implementados de outra forma", observou.

Paralelamente, disse, é necessário trabalhar mais ao nível dos órgãos de comunicação social onde o uso do português é praticamente inexistente.

ASP // DM.

Lusa/Fim
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terça-feira, 5 de maio de 2015

Organização timorense alerta para violência entre grupos rivais de artes marciais

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Díli, 05 mai (Lusa) - Uma organização timorense alertou hoje os residentes de algumas zonas do centro de Díli para estarem conscientes do risco de possíveis confrontos entre dois grupos rivais de artes marciais, que começaram no fim-de-semana passado.

Num alerta de segurança divulgado hoje a Fundação Mahein (FM) explica que durante o fim-de-sema se verificaram confrontos de rua entre elementos de dois dos maiores grupos de artes marciais de Timor-Leste, ambos ilegalizados, a PSHT e a Kera Sakti.

"A FM alerta da possibilidade de mais confrontos nas ruas entre grupos rivais nas zonas do Farol, Aimutin e Bebonuk, porque a PNTL ainda não controlou a situação", explica o comunicado.

"Todos os cidadãos timorenses e estrangeiros devem estar atentos ao potencial de violências nestas zonas, especialmente durante a noite e devem tomar as medidas necessárias para garantir a sua segurança pessoal", refere.

Fonte da PNTL disse à Lusa que as autoridades estão a acompanhar a situação e a "tomar as medidas necessárias".

Segundo a FM a recente onda de confrontos estará relacionada com um vídeo procedente da Irlanda que mostra confrontos entre elementos dos dois grupos durante os quais um dos jovens é violentamente espancado.

"Tudo indica que os confrontos em Díli começaram como vingança por membros do mesmo grupo do homem que foi espancado", explica a FM.

Recorde-se que milhares de jovens timorenses imigraram para a Irlanda à procura de trabalho nos últimos anos.

Nos últimos meses o Governo timorense tem feitos esforços no intuito de controlar a atuação de membros dos grupos de artes marciais, alguns dos quais agentes da própria PNTL e das forças de defesa (FDTL).

Este é um problema recorrente em Timor-Leste e já em 2002 e 2003 as organizações de artes marciais viram-se envolvidas em incidentes idênticos, com conflitos e rivalidades antigas.

A situação chegou a tal ponto no final de 2014 que, em janeiro, o então primeiro-ministro Xanana Gusmão presidiu a uma cerimónia em que cerca de 290 elementos da polícia (PNTL) e forças armadas timorenses (F-FDTL) que participaram em grupos de artes marciais renovaram o seu juramento.

Fundada em Java Oriental, na Indonésia, em 1922, a PSHT tem atualmente mais de um milhão de membros naquele país, bem como elementos na Malásia, Singapura, Holanda, França e Portugal, entre outros.

Em Timor-Leste, onde a PSHT chegou em 1983, a organização tem cerca de 3.500 "gurus", os instrutores mais graduados, com mais de 30 mil membros em todo o país.

Estima-se que a Kera Sakti tenham também vários milhares de membros.

ASP // DM.

Lusa/Fim
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Deputados timorenses pedem mais apoio para aprendizagem do português

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Díli, 05 mai (Lusa) - Deputados timorenses destacaram hoje a importância do português para Timor-Leste, defendendo no plenário do Parlamento Nacional mais esforços do Governo para apoiar a geração de jovens que viveu sob ocupação indonésia. 

 Eládio Antonío de Jesus, um jovem deputado da Fretilin, recordou o papel da língua portuguesa na luta contra a ocupação indonésia e o papel que pode ter para ajudar Timor-Leste "a ser intermediário entre a CPLP e a região da Ásia e Pacífico". 

 Por isso, disse, e tendo em conta as dificuldades que muitos jovens sentem com o português - especialmente "os que viveram e aprenderam nos 24 anos de ocupação indonésia" - pediu "mais apoios para aprender" português. 

 "Peço, por isso, mais apoio, fornecendo livros para os timorenses, para dar um enriquecimento sobre a língua portuguesa, que também é a nossa língua", disse. Mais crítica foi Ilda Maria Conceição (FRETILIN), que lamentou o facto de não haver suficientes cursos, por todo o país, quer em tétum quer em português, as duas línguas oficiais. 

 "Porque é que a educação não dá cursos em distritos ou subdistritos para desenvolver a nossa língua. Mas depois termos cursos de inglês em todas as partes, até nos subdistritos. 

O Ministério da Educação deve criar cursos em todos os distritos para poder desenvolver as nossas línguas oficiais", afirmou. Jorge Teme, da Frente Mudança, foi um dos deputados que aproveitou a sessão plenária em português para destacar a importância da aprendizagem da língua em Timor-Leste, saudando a presença no Parlamento Nacional de alunos timorenses e do embaixador de Portugal em Díli, Manuel Gonçalves de Jesus. 

 Antonio Ximenes Serpa (CNRT) disse sentir "muita alegria ao ver muita gente no plenário para ouvir a sessão em língua portuguesa" e "alguma tristeza" por ele próprio não falar muito bem português. 

 "A língua portuguesa é a língua oficial timorense e por isso temos que falar melhor português. Quero recomendar à SE Assuntos Parlamentares que faça chegar ao Ministério da Educação um apelo para dar muita atenção à melhoria da capacidade dos professores timorenses na língua portuguesa para que possam ensinar como deve ser aos alunos", afirmou. 

 Francisco Branco (Fretilin) recordou a importância "da identidade de um povo" e que há 500 anos, em Lifau (Oe-cusse) se fundiram duas civilizações "a portuguesa cristã e a animista lulik" de Timor. "Essa fusão gerou uma identidade única nesta zona geográfica do mundo. 

A fusão dessas duas culturas constituiu uma força de resistência à invasão militar indonésia durante 24 anos. Uma força de identidade", afirmou. 

 "Há 500 anos que nos encontrámos. Se, por acaso, os missionários portugueses não pisassem os solos de Timor, o que seria hoje de Timor-Leste? Seria uma continuação da indonésia", disse. Por essa fusão, disse, Timor-Leste pode hoje "estar orgulhoso" de ser um país soberano "porque é diferente de todos os povos desta região". 

 "A língua portuguesa é a nossa língua, a língua que falam os brasileiros falam, os angolanos, os moçambicanos, os guineenses, os cabo-verdianos, os são-tomenses. É a língua de todos nós, com identidades diferentes", afirmou. 

 Por isso pediu "reflexão" e "uma política mais séria para introdução da língua portuguesa, como língua oficial", rejeitando o uso das línguas maternas no processo de aprendizagem porque "discriminam" os cidadãos de algumas zonas face aos estudantes de Díli que aprendem, primeiro, tétum e português. 

A sessão plenária de hoje, que coincide com o Dia da Língua Portuguesa, integra-se na Semana da Língua Portuguesa que decorre até sexta-feira no Parlamento Nacional de Timor-Leste, com exposições, debates e a apresentação de documentários. 

 ASP // DM. Lusa/Fim
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KOK husu L7 sai mediador entre forsa konjunta no Mauk Moruk

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Timor Hau Nian Doben - 05 de Maio de 2015

Tuir informasaun Timor Hau Nian Doben simu foin lalais, iha reuniaun horseik iha Fatuhada, entre Komandu Operasaun Konjunta (KOK) no membru rezistensia balun, forsa polisial no militar husu ba L7 no ema rezistensia seluk atu sai mediador entre KOK no lider Konsellhu Revolusaun Maubere, Mauk Moruk.

KOK mos husu ba Mauk Moruk hodi koopera ho justisa no fo'o loron sanulu hodi halo negosiasaun.

"KOK nia proposta: Husu Mauk Moruk atu koopera ho justisa, KOK fo tempu loron sanulu halo negosiasaun, pai L7 mak sai mediador entre KOK no Mauk Moruk", dehan ba blog ida ne'e ema ida ke partisipa horseik iha reuniaun iha Fatuhada.

Porta-voz KRM, Xabilako, foin lalais dada lia ho Timor Hau Nian Doben no nia haktuir katak Mauk Moruk la konkorda ho negosiasaun ke KOK propoin tanba nia ho ninia  membru "sala laek".

"Mauk Moruk pronto mate maibe sei la koopera tanba sira kondena ona Mauk Moruk ho ninia membru no ami sala laek", dehan.

Xabilako hatete katak operasaun konjunta laiha susessu tanba la konsegue kaptura lider KRM nomos nia membru no nia husu ba KOK ba uza maneira seluk hodi halo aprosimasaun ba ema ne'ebe deskonfia iha ligasaun ho Mauk Moruk.

"Operasaun KOK la susessu tanba laiha dalan atu kaptura Mauk Moruk ho nia membru nunee mos laiha informasaun kona ba paradeiru Mauk Moruk ho nia membru sira, nune'e tenke uza maneira seluk hodi halo aprosimasaun ema ne'ebe deskunfia iha ligasaun ho Mauk Moruk", dehan.

Porta-voz KRM nian dehan katak Mauk Moruk bele negoseia maibe, "nia eziji ke hasai mandato kapturasaun husi Ministério Públiku no retira KOK husi fatin operasaun, nune'e Mauk Moruk bele koalia ho sira, maibe la signifika atu rende ba sira".

"Mauk Moruk laiha hanoin atu estraga nasaun ka Povu Maubere", ramata Xabilako.
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segunda-feira, 4 de maio de 2015

MAUK MORUK: Estou cercado mas não me rendo a camelos bandidos

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Timor Hau Nian Doben - 04 de maio de 2015

O antigo comandante das Falintil e atual Presidente do Conselho de Revolução Maubere, Mauk Moruk, acabou de dizer ao Timor Hau Nian Doben que está cercado em Boleha, arredores de Laga, mas que não se vai render a "camelos bandidos".

"Estou cercado aqui em Boleha, estou cercado por milhares de membros da polícia e militares, que estão armados até aos dentes, mas eu não me vou render a estes camelos bandidos", disse.

"Eles querem-nos dizimar, querem matar-me, mas eu não me rendo. Render para quê? Da outra vez eles meteram-me na cadeia, eu não fiz nada contra a lei. Acusaram-me de ter trazido para Timor contentores com armas, eles revistaram tudo e não encontraram nada, mesmo assim mandaram-me para a cadeia durante nove meses. Não vou outra vez para a prisão, não me vou render a estes camelos", salientou.

Mauk Moruk acusou o Presidente da República, Taur Matan Ruak, de ser um bandido e um cavalo mandado de Xanana Gusmão e disse categoricamente que não vai negociar mais com o chefe de Estado.

"Não vou negociar mais com ele (Taur Matan Ruak), não quero mais nada com ele. Este é um bandido, um cavalo mandado do Xanana. Imagina tu que revistaram a casa do meu irmão (comandante L7)  e a do Oan Kiak à minha procura, pensavam que eu estava em Díli mas eu não estou, estou aqui com os  meus homens", declarou.

O Timor Hau Nian Doben foi há umas semanas testemunha de uma tentativa de dialogo por parte de um governante timorense, que por motivos de confidencialidade não podemos revelar o nome. Foi pedido à Zizi Pedruco  que ela entrasse em contacto com Mauk Moruk e lhe dissesse para falar com determinada pessoa, assim ela o fez. Este blogue atesta que quem tentou dialogar com o antigo comandante das Falintil fê-lo com humildade, boa-fé e sem pré-condições, porém, a negociação foi recusada por Mauk Moruk.

O líder do CRM disse hoje que negociaria com as autoridades timorenses se desarmassem a Polícia Nacional de Timor-Leste (PNTL) bem como a Força de Defesa do país (F-FDTL) e se na mesa das negociações estivessem presentes organizações internacionais.

"Eu negoceio se houver intervenção internacional e se eles desarmarem a PNTL e a F-FDTL, porque estes homens não são profissionais, eles são os mentores dos crimes contra o povo. Nesta operação foi apenas o povo quem foi vitima e sofreu nas mãos da polícia e dos militares", disse.

"Isto é tudo jogadas do Xanana e do governo para que a ditadura prevaleça e Xanana continue a reinar", explicou.

Zizi Pedruco - O senhor comandante acusa o governo e também Xanana Gusmão mas o primeiro-ministro é o Rui Araújo. Pode-me explicar por favor o seu raciocínio?

Mauk Moruk aos risos - Rui Araújo é manipulado pelo Xanana. Ele (Xanana) diz que é apenas ministro mas é ele quem tem todo o poder. Ele abre a boca e diz "merda" e eles todos  engolem a "merda" dele. O Xanana manda neles todos, é um bandido. Eles todos curvam-se perante ele, ele é um fascista, um militarista, um ditador.

Eu conheço bem o Rui Araújo, ele foi-me visitar quando eu estava no Hospital Militar na Indonésia, quando lá estive internado durante cinco anos. Se ele (Rui Araújo) tiver tomates tem de mandar o Xanana para a cadeia e ilibar-me porque eu estou inocente.Rui Araújo que atue com severidade e meta o Xanana na cadeia.

Quando o Calisto Gonzaga foi condenado ele disse que o Longuinhos Monteiro também devia de ser condenado e o Longuinhos disse que se ele fosse condenado, o Xanana Gusmão também devia de ser condenado.

O Xanana anda metido em muita coisa, tráfico de droga, prostituição e corrupção, é um bandido perigoso.

Zizi Pedruco - O Timor Hau Nian Doben sabe que o governo alega ter provas concretas contra o senhor comandante. Qual é a sua posição?

Mauk Moruk zangado - Que provas? Eles montaram informações para me acusarem. Isto tudo é uma operação de cosmética para me desacreditarem, é tudo mentira. Estive na cadeia preso durante nove meses e eles não conseguiram arranjar provas que me incriminassem. Eles querem calar-me, eles querem matar-me para poderem continuar a roubar ao povo.

A operação policial e militar para capturar Mauk Moruk iniciou em março e foi prolongada indefinidamente.

O bispo de Baucau, Dom Basílio do Nascimento, afirmou à comunicação local que lamentava a atuação do Comando da Operação Conjunta (COC) porque "eles estragaram as coisas do povo e bateram na população que não sabe de nada".

"As coisas do povo, como portas, janelas, panelas, pratos e mais outras coisas o COC pontapeou até ficarem aos pedaços, quando eles passaram revista às casas", disse Basílio do Nascimento.
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KOK konvida L7 no ema seluk besik Mauk Moruk ba reuniaun ohin

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Timor Hau Nian Doben- 04 de maio de 2015

Tuir informasaun ke Timor Hau Nian Doben hetan, ohin membru balun rezistensia nian ba hasoru malu ho Lere Anan Timur no Júlio Hornai, iha Fatuhada, Díli, tanba Komandu Operasaun Konjuntu (KOK) desconfia sira fo'o suporte ba Mauk Moruk.

Tuir porta-voz Konselhu Revolusaun Maubere, Xabilako, nia dehan katak KOK konvida ema balun hodi ba hasoru ho sira tanba sira deskonfia katak ema sira ne'e mak subar no fo'o han lider Konselhu Revolusaun Maubere - Fretilin Movimentu, Mauk Moruk.

 "KOK ho naran HANITA, konvida L7, Labarik, Angela Freitas, Gil Fernandes, Aitahan Matak, Julio Metiaut, Ijildo Gama, Manuel Makaas, Lito Rambo, Carlito Breok, Tino 2, Frederiko Kiak, Luis Loibale, atu partisipa iha enkontru Loron 4 Maio tuku 09.0 dader fatin Fatuhada-Dili, tamba deskunfia naran sira ne mak apoio hodi hodi subar no fo ha'an Mauk Moruk ho nia membru," dehan Xabilako.

 Foin lalais Timor Hau Nian Doben koalia hosi via telefone ho Mauk Moruk no nia konfirma katak reuniaun ne'e sei akontese duni.
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 "Lere no Júlio Hornai husu ba hau nia maun (L7) no Angela Freitas ba sira dehan ba KOK katak sira fo'o duni apoiu ba sir. Hau dehan ba hau nia maun para la ba, maibé hau nia maun dehan mai hau ke nia ba hasoru ho Lere no Júlio Hornai no nia ba dehan ba sira katak la konkorda ho operasaun KOK halo hasoru hau", dehan Mauk Moruk.

Semana kotuk Komandante L7 dehan ba media Timor-Leste katak Governu no Parlamento Nasional hakarak "hakiak ditadura" iha rai ne'e ho sira nia rezolusaun sira hasoru veteranus.

 "Rezolusaun ne’ebe maka Governu hasai no hetan aprovasaun unaminidade husi Parlamentu Nasional hodi buka tuir armas ne’ebe maka deskunfia veteranus sira sei rai subar, hanesan aktu ne’ebe maka Governu ho PN “futu lia” hodi hakiak ditadura iha Republika Democratico de Timor Leste (RDTL)", haktuir L7 ba Jornal Nacional Diário kinta feira liu ba.
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PARABÉNS, MALAE DOBEN! "CARPE DIEM"

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CARPE DIEM - Horácio 

Carpe diem quam minimum credula postero. 
Tu ne quaesieris, scire nefas, quem mihi, quem tibi finem di dederint.
 Leuconoe, nec Babylonios 
temptaris numeros. 
Ut melius, quidquid erit, pati. 
 Seu pluris hiemes seu tribuit Iuppiter ultimam, quae nunc oppositis debilitat 
pumicibus mare. 
Tyrrhenum: sapias, vina liques et spatio brevi spem longam reseces. 
Dum loquimur, fugerit invida. 
Aetas: carpe diem quam minimum credula postero.



PARABÉNS BONITÃO!PARABÉNS!

Hoje faz anos um homem extraordinário, meu amigo do coração há muitas décadas, o meu marido chama-lhe o "teu namorado dos livros", eu fico bem irritada com a alcunha que ele lhe pôs mas até que tem a sua razão de ser. 

Dr. Frederico não fique zangado comigo, mas eu hoje senti esta imensa vontade de lhe dizer coisas bonitas, de lhe agradecer tudo o que tem feito por mim e mais do que tudo, lhe dizer o quanto me sinto privilegiada de lhe chamar AMIGO! 

Parece que foi ontem que o conheci, não gostei nada de si, tinha para mim que era um SNOB do caraças, essa sua insistência de me tratar por você rebentava comigo, temos a mesma idade, para quê tanta cerimónia, livra!

Educadamente você disse, "Eu trato todas as senhoras por você, só as...;) se trata por tu", credo! Foi pior a emenda do que o soneto, pensei eu. Mas sendo você uma pessoa inteligente, a mais inteligente que eu conheço, o doutor fascinava-me e era e é bonitinho também, e eu decidi dar-lhe o beneficio da dúvida, e foi quando me apercebi a riqueza humana que irradiava de si. O doutor é um dos seres humanos mais bonitos que eu conheço, sem ofensa a nenhum amigo meu. Já estou a ver um anormal a questionar esta minha afirmação! Tu não me chateies Francisco!Baza! Desculpe o à parte Frederico, mas já sabe o que a casa gasta...

Temos muitas coisas em comum e uma delas é o amor pela leitura, NÃO existe ninguém que conheça os meus gostos literários tão bem como você, ao longo destes anos provou mesmo isso. 

Você sabia que quando eu deixei Portugal eu deixei para trás todas as minhas preciosidades, os meus livros, e alguns que eram seus também, que me emprestou e eu nunca lhe devolvi.Oppssss!

"Rosarinho, eu vou à casa dos seus pais, meto todos os seus livros e o que mais quiser num contentor e mando-lhe TUDO", eu não aceitei a sua nobre proposta, cá para nós ainda pensei...Mas, prevaleceu o bom senso...

"Então se não quer que eu lhe mande os seus livros, vai deixar-me construir consigo uma nova biblioteca de livros em Português, eu mando-lhe os livros daqui, eu sei o que você gosta de ler". Não valia a pena argumentar consigo, outra característica que temos em comum é a TEIMOSIA!LIVRA!

Quando saí de Portugal o meu maior medo foi que com o tempo o meu Português fosse afetado, porque eu sou daquelas pessoas que acredito que só lendo bons livros se pode falar e escrever ;) como deve de ser. Dar toques não vale...

O doutor ao longo destes anos não só repôs a maioria dos livros que eu deixei em Portugal, Frederico deu-me MUITO MAIS do que eu tinha, vergonhoso eu sei, mas maravilhoso mesmo assim. A si devo a preservação da Língua Portuguesa em mim.;) Ohhhh...Camões agradece-lhe.;)
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Reverbações- Vasco Graça Moura
Sempre achei que a vida
das palavras tinha
a incerta medida
de eu viver a minha
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Bom gosto, doutor! YES!
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Uma vez estava a falar com o meu irmão Artur através do FaceTime e chegaram duas grandes caixas CTT e eu toda contente ia mostrando os livros que você me mandou ao meu irmão e ele: "Ó Zizi tu não podes pedir tantos livros ao Frederico, eu quando for a Lisboa compro-te alguns", pois é...O problema não é comprar Artur, o problema é ACERTAR no livro que eu gosto de ler e isso só o Dr. Frederico sabe. Muitos anos nisto não é doutor? Já agora, você está a ficar velho, eu não! 
A maior surpresa que me chegou e me fez deitar umas lágrimas foi um livro que eu li há tantos, tantos anos e é sem dúvida um dos meus livros favoritos, "Meu Pé de Laranja Lima", e também "A Poesia Reunida" de Vasco Graça Moura.Sózinha pensei, mas como é que ele se lembrou que eu gosto tanto dos poemas de Vasco Graça Moura? Depois lembrei-me do Tamariz e percebi...:) Chorei outra vez com o "Meu Pé de Laranja Lima", passo a vida nestas revoltas...Depois não quer que eu diga asneiras, ora esta! ;)

Não são só os livros que me ligam a si...Muito mais do que isso, consigo passei os meus melhores anos da minha juventude, em si tive sempre o amigo, conselheiro e uma pessoa que embora da mesma idade do que eu me ensinou um porradão de coisas (o porradão foi para lhe enervar, que eu sei que não gosta que eu diga asneiras) mas pronto...:P Dispensar a Sucessões não foi fácil, com aquelas contas todas, mas a sua paciência foi a minha salvação, estou-me a rir às gargalhadas. Sabe, não foi por acaso que você chegou onde chegou, eu disse-lhe pouco depois de lhe conhecer, quando for famoso não se esqueça de mim, você riu-se envergonhado, e não me esqueceu mesmo...

Você diz sempre que tem admiração por mim, que sou uma mulher inteligente e corajosa, que nunca  me imaginou como mãe. Hahahahahahahaha. Meu pai dizia-me sempre, "Diz-me com quem andas e eu dir-te-ei quem és". Ahhh doutor lindo, não sou nada do que você diz, elogios de amigos são suspeitos. Mas você influenciou muito quem eu sou hoje, você é o protótipo do sucesso na sua profissão e de excelência em todos os sentidos como pessoa humana. Tantos anos "colada" a si algo de bom seu tinha de me contagiar.

"A juventude é cheia de ignorância, de sonhos, de loucuras e qualquer suspiro ou brisa a perturba. É cheia de paixões perigosas e de ilusões arrogantes"- Sophia de Mello Breyner, in "O Colar". ;)

Muitos parabéns meu querido, felicidades, muitas! Não mude nunca e que esta amizade se prolongue para sempre! Obrigada por tudo, malae doben!

Agora vou para o Facebook e vou-lhe mandar uma mensagem para o telemóvel e fico à sua espera para ralhar comigo...Mas vá ralhar no Facebook novo, a Zizi é só para decoração, lollll.Ia pôr uma hiperligação para a página, mas pensando melhor, é melhor não.:P 

Já estou a ver o filme...Rosarinho tinha de escrever no blogue, ainda agora falou comigo ao telefone e mais blá, blá, blá. Você às vezes é um CHATO! ;) 

ATÉ JÁ!  

Rosarinho
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domingo, 3 de maio de 2015

Ideais de libertação caem no vazio se condições de vida não melhorarem - PM

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Lusa - 02 de maio de 2015 

Rui Maria Araújo falava em Tibar, oeste de Díli, no encerramento da XII reunião dos ministros do Trabalho e Assuntos Sociais da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) que terminou ontem com a comemoração do Dia Mundial do Trabalhador. 

O chefe do Governo aproveitou o 1.º de Maio para prestar uma homenagem pública aos trabalhadores dos nove países da CPLP, "que fazem pulsar as economias, por vezes em condições precárias ou de incerteza relativamente ao futuro".

E deixou recados sobre a necessidade de garantir que os esforços de desenvolvimento económico chegam a todos e que o Estado consolida o seu papel de proteção social.

"Os ideais de liberdade pelos quais nos batemos, não há tanto tempo assim, e o crescimento económico que os nossos países têm procurado impulsionar, caem no vazio se os nossos povos não sentirem melhorias nas suas condições de vida, se não tiverem acesso aos serviços mais básicos e se não tiverem oportunidades para se desenvolverem a si próprios", afirmou.

"Por isso, particularmente relevante e oportuna é a discussão em torno da proteção social e da sua relação com o emprego, o desenvolvimento e o combate à pobreza", disse.

Esses foram, aliás, alguns dos temas mais debatidos durante a última semana em Díli nas várias reuniões técnicas que precederam a reunião dos ministros do Trabalho, que terminou com a assinatura da Declaração de Tibar.

 Reiterando que Timor-Leste escolheu o Estado Social como opção política e económica, Rui Maria Araújo defendeu o papel público "defensor e promotor dos direitos dos timorenses, tais como o direito à saúde ou à educação, criando as condições necessárias para o gozo de uma vida plena e condigna".

 "Proteger aqueles que nada têm, responder às necessidades das pessoas, é uma responsabilidade, uma obrigação do Estado, que nada tem a ver com caridade", disse.

 Esse é o motivo, explicou, pelo qual o Estado timorense tem optado por assegurar "a recompensa e homenagem aos Combatentes da Libertação Nacional e o apoio aos mais vulneráveis, como as viúvas, idosos, os órfãos e portadores de deficiências".

 Algo que passa não apenas por apoios financeiros mas também programas de assistência alimentar, de atendimento social ou de combate às desigualdades e de inclusão social. Especialmente relevante, destacou, são os programas de apoio às crianças e jovens, maioria da população timorense sendo "prioritário prevenir e agir sobre o abuso dos menores e combater todas as formas de exploração e trabalho infantil".

 Portugal e o Brasil, disse, têm vindo a apoiar Timor-Leste no trabalho de adaptação e ampliação do atual regime transitório de segurança social para "um regime definitivo, obrigatório e contributivo, que seja sustentável e que garanta a segurança social a todos os trabalhadores e familiares dependentes".

 "Para que as nossas sociedades atinjam o desenvolvimento sustentável e um progresso social justo, todos os cidadãos devem usufruir de condições dignas e ter acesso a serviços essenciais, que lhes permitam o gozo de uma vida plena e feliz", afirmou.

 "A nossa visão vai ao encontro das necessidades de todos, visando criar condições para que cada vez mais os nossos cidadãos ultrapassem os desafios mais complexos, e participem ativamente na construção da nossa sociedade, de forma autónoma, livre e criativa.

Somos todos, portanto, chamados a intervir ativamente. Podemos - e devemos - contribuir, mas podemos, também, usufruir", disse.
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sexta-feira, 1 de maio de 2015

Human Rights Watch critica Indonésia por executar brasileiro com problemas mentais

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Sydney, Austrália, 01 mai (Lusa) -- A Human Rights Watch (HRW) acusou hoje as autoridades da Indonésia de terem executado o brasileiro Rodrigo Gularte, de 42 anos, sofrendo este de esquizofrenia e bipolaridade. 

O subdiretor da HRW para a Ásia, Phelim Kine, criticou o Procurador-Geral Indonésio, HM Prasetyo, por sancionar a ordem de execução de oito condenados, sabendo que um deles sofria de problemas mentais. 

 Segundo a legislação indonésia, os prisioneiros com patologias mentais não podem se executados.

 "Rodrigo Gularte não sabia que ia morrer até aos últimos minutos antes de enfrentar o pelotão de fuzilamento, disse quinta-feira o sacerdote católito que o acompanhou, recordou Phelim Kine em comunicado. 

O mesmo responsável acrescentou que fontes diplomáticas brasileiras recordaram que Rodrigo Gularte padecia de uma "situação psiquiátrica muito grave" embora os psiquiatras indonésios não tenham detetado qualquer problema. 

 A HRW pediu à Indonésia uma investigação à execução de Gularte e uma moratória para outras execuções para que sejam evitados abusos. 

 Rodrigo Gularte foi detido em 2004 com seis quilogramas de cocaína dentro de várias pranchas de surf e sentenciado à pena capital no ano seguinte. 

 Após 10 anos no corredor da morte, o brasileiro foi executado na madrugada de terça-feira na prisão da ilha de Nusakambangan, em Java, com dois australianos, três nigerianos, um ganês e um indonésio, todos condenados por tráfico de droga. 

 As autoridades da Indonésia já disseram que as execuções cumpriram a lei e que se enquadram na luta do país contra o narcotráfico, considerada uma emergência nacional. 

 JCS // JCS Lusa/fim
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Australian Catholic University reveals scholarships to honour executed Bali 9 duo

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Tom Cowie - The Sydney Morning Herald - May 1, 2015

Australian Catholic University will create two scholarships named after executed drug smugglers Andrew Chan and Myuran Sukumaran for Indonesian students to study in Australia.

 The scholarships will provide full tuition fees to the student's chosen course over four years and be awarded to those who write an essay based on the theme of "the sanctity of human life".

Vice-chancellor Professor Greg Craven said the scholarships would be a fitting tribute to the "reformation, courage and dignity" of the two Bali 9 ringleaders. 

"In a small but symbolic way, the writing by Indonesian students on the sanctity of life would be an ongoing contribution toward the eventual abolition of the death penalty in Indonesia," he said in a statement.

Before facing the firing squad, Chan and Myuran Sukumaran said they wanted their legacy to be a renewed push across the globe to abolish the death penalty.

However Indonesia has shown no sign of ending the practice, with plans already in place to kill five murderers. Up to 50 drug felons are also slated to be killed this year.

 Professor Craven said that hope remained for a reprieve for other prisoners around the world on death row.

"The death penalty is a ­violent, cruel and immoral punishment that has no place in our ­society. And yet it persists," he said.

PS: MAY YOUR SOULS REST IN PEACE IN HEAVEN, ANDREW AND MYU! WE ARE PROUD OF YOUR REHABILITATION, DIGNITY AND YOUR COLOSSAL COURAGE! OUR HEARTFELT CONDOLENCES TO THE CHAN AND SUKUMARAN FAMILIES!
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quinta-feira, 30 de abril de 2015

Australian mum faces death penalty as Malaysia confirms drug

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YAHOO NEWS - April 30, 2015

Sepang (Malaysia) (AFP) - An Australian woman faces a possible death sentence for drug trafficking in Malaysia after a prosecutor said Thursday a chemist's report confirmed the substance found in her bag was crystal methamphetamine.

Maria Elvira Pinto Exposto, a 52-year-old mother of four, was arrested on December 7 at Kuala Lumpur airport with 1.1 kilograms (2.4 pounds) of the drug, also known as ice, court documents showed.

Prosecutor Hasifulkhair Jamaluddin told the magistrate's court that Exposto had been trafficking methamphetamine based on the chemist's report.

Magistrate Noor Hafizah Salim then ordered the case to be transferred to the high court.
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Malaysia has a mandatory death penalty by hanging for anyone found guilty of carrying more than 50 grams of a drug.

Authorities previously said Exposto was trafficking 1.5 kilograms of methamphetamine.

Exposta, who was wearing a white blouse and black pants, looked nervous when the amended charge was read to her.

The defence is yet to enter a plea until the case reaches the high court since the lower magistrate's court has no jurisdiction to hear death penalty cases.

Later as she was being led out of the detention room in handcuffs, the Australian told AFP that she was innocent and nodded her head three times.

"Yes (I am innocent)," she said with a smile.

No date has been set for the high court hearing but defence lawyers said the trial could begin later this year.

"We are confident that we can show her innocence at the trial," Muhammad Shafee Abdullah, her counsel, told AFP.

Defence lawyers say Exposto was duped into carrying a bag -- which she believed contained only clothing -- by a stranger who asked her to take it to Melbourne.

She had travelled to Shanghai after falling for an online romance scam by a person claiming to be a US serviceman, according to lawyers.

Customs officers discovered the drugs stitched into the compartment of a backpack.

Two Australians were hanged in 1986 for heroin trafficking -- the first Westerners to be executed in Malaysia.

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PN Ho Governu “Futu Lia” Hakiak Ditadura

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Jornal Nacional Diario - 30 de abril de 2015

Rezolusaun ne’ebe maka Governu hasai no hetan aprovasaun unaminidade husi Parlamentu Nasional hodi buka tuir armas ne’ebe maka deskunfia veteranus sira sei rai subar, hanesan aktu ne’ebe maka Governu ho PN “futu lia” hodi hakiak ditadura iha Republika Democratico de Timor Leste (RDTL).

Lia hirak ne’e afirma husi eis Komandante FALINTIL, Região III, Cornelio Gama “L7” ba jornalista sira iha Fatuhada-Dili, Kuarta (29/04/2015), hodi espresa nia lamentasoens kona-ba asaun Polisia ho F-FDTL ne’ebe kumpri rezolusaun hodi aserka no halo pasarevista ba nia ho eis FALINTIL, Oan Ki’ak nia rezidensia, tanba deskunfia sei rai kilat bot iha uma. 

 “Ita funu ne’e ba liberdade demokrasia ba ema hotu, mas agora Governu ho PN hanesan tau fali ditadura hodi estraga demokrasia no hakanek ami veteranus sira nia fuan,” afirma L7. L7 lia tun dehan, verteranus maka mobiliza povu hodi liberta rai ida ne’e no fila rai ne’e sai nasaun demokratiku, tanba ne’e, veteranus la subar kilat no sei la hanoin at atu destroe fali nasaun ne’ebe maka sira rasik funda, liu husi mate, terus no sofrementu oi-oin.

 “Ami nonok deit maka ne’e ultimo ami sei halo buat ida, tanba ami maka liberta nasaun ida ne’e. Kilat iha F-FDTL, iha PNTL ami nian, ami maka liberta nasaun ida ne’e, uluk ami integrasaun karik Indonesia ukun tiha ona imi no ita hotu,” hateten L7 ho hirus. L7 fo izemplu katak, iha loron 3 Marsu 2013 halo ba Labadai sira ba tiru baku tuku tebe. Indonesia maka halo hanesan ne’e povu halai hotu ba ailaran hamutuk ho FALINTIL halo funu. 

 “Ami veteranus la konkorda ditadura mosu iha TL, maibe agora ami Konselhu Veteranus tenki kualia kona-ba lei, kualia kona-ba uniaun dereitus demokartika tanba ami hamrik lakohi estraga nasaun,” hateten L7.

 L7 hatutan, rezolusaun ne’ebe maka Governu ho Parlamentu Nasional halo ne’e Veteranus sira kontra, tanba Rezolusaun ne’e halo hodi baku no tuku tebe ema

Husi sorin seluk, Komandante Serbisu Investigasaun Kriminal (SIK), Superentendente Lodgerio Lay hateten, SIK nia serbisu ba ema hotu, laos deit ba KOK. Tanba ne’e, prezensa eis FALINTIL, Oan Ki’ak iha PNTL la’os presta deklarasaun, maibe konfirma deit informasaun ne’ebe maka husi KOK sira iha katak nia (Oan Ki’ak-red) rai kilat M-16 iha uma. 

 “Ami nia poder ne’e 12 de tempu, se’e 12 de tempu maka ami halo identifikasaun maka la iha buat ida ami liberta emediata. Ami liberta tanba informasaun hotu konfirmadu,” informa Lodgerio Lay.nax
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quarta-feira, 29 de abril de 2015

Bali nine: Indonesia's credibility is at stake with decision

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BASTARD!!!
Mark Kenny - Chief political correspondent -The Sydney Morning Herald - April 29, 2015

Frustratingly, arguments about the immorality of the death penalty have fallen on deaf ears in Jakarta. The same can be said for the equally compelling assertion that killing Andrew Chan and Myuran Sukumaran is counterproductive because the men have become net-contributors to Indonesia being both model prisoners and mentors to other lost souls.

One reason that this "reformed character" argument has not bitten is an abiding misconception that the Indonesian penal system, and particularly its treatment of drug traffickers, was ever built around the concept of rehabilitation.

You don't execute people who you are trying to reform. Yet the unique example of Sukumaran and Chan shows why the judicial and penal system can be elevated and indeed why it must be. More urgently, their execution points up a gaping legal and logical mistake at the heart of the court's original ruling of death-by-firing-squad.

In essence, the sentence has turned out to be wrong as a matter of fact and therefore arguably, would now be wrong as a matter of law if carried out. We can say this because of the lived experience of Chan and Sukumaran since sentencing.

In short, while they are guilty of the offence for which they were surrendered by an unthinking Australian Federal Police, they have proved the judges' assessment of their human worth to be grievously wrong.

By definition, jurisdictions retaining the death penalty believe some crimes are so serious that the perpetrators are beyond redemption and are of zero human value. Capital punishment is thus, just that – the ultimate and irrevocable sanction of deletion from existence.

No possibility of repentance, corrective behaviour, or any future contribution is contemplated. Indeed, the conclusion is that the crimes are so serious and the perpetrators so fundamentally flawed, that no rehabilitation is even possible.

This is where the court's original decision on February 14, 2006 was wrong as a matter of fact. Irrespective of how it came about, the reality is that at the moment of writing this piece, Chan and Sukumaran are not merely alive but have emerged as massively improved people – products of their own moral growth, unexpected inner resources, and perhaps even the unintended positive consequences of the Indonesian correctional system.

However unlikely, their profound moral and social rebirth is no longer a matter of the 2006 court's conjecture. A decade on, their improvement has become undeniable, observable fact rendering previous assumptions about this life-or-death prediction, completely worthless. What authorities could not know then, they cannot claim to be unaware of now.

Whether by good luck or design, the judicial arm and the executive arm (the Attorney-General and the President) now have custody of facts not available to the court in 2006 when the decision to end the Australians' lives was handed down.

This consideration is quite apart from the President's unexplained failure to read each clemency application separately as required by law, and the urgent but untested allegation of corruption at the initial trial going to the very question of the death penalty.
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