quinta-feira, 6 de setembro de 2012

MINISTRO DA JUSTIÇA BATE NA MULHER E ELA VAI PARAR AO BANCO DE URGÊNCIA

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Radio Liberdade - 6 de setembro de 2012 - Escrito por Albérico Júnior - Tradução de Timor Hau Nian Doben

Rádio online - O ministro da Justiça, Dionísio Soares Babo, bateu ontem na sua mulher, Luísa Morais, no edifício do Ministério da Justiça. O resultado desta agressão do ministro da Justiça foi o de mandar a sua mulher para o banco de urgência do Hospital Nacional Guido Valadares (HNGV).

O segurança do ministro Dionísio teve de levar a Luísa para o Hospital Nacional Guido Valadares, porque ela desmaiou depois de ter sido agredida, disse a amiga da vítima, Augusta Amaral.

"Eu estava lá naquele momento, a Luísa entrou com o filho pequeno deles e foi encontrar-se com o seu marido para falar mas, de repente o segurança de Dionísio traz a vítima desmaiada", disse ela.

" Naquele momento eu acompanhei a Luísa, mas eu fiquei apenas fora. Não muito depois, eles começaram a discutir entre si e eu pensei que se calhar havia já problemas", explicou Augusta.

Esta colega da Luísa disse também que, quando ele estava a bater na vítima, Dionísio também veio para fora para discutir com ela em relação a este caso.

Por outro lado, António Aitahan Matak, que também estava presente na sala de urgências do HNGV disse que, isto é um grande erro porque como ministro da Justiça ele tem de buscar um meio pacífico para resolver este caso, e não usar a violência.

Aitahan Matak explicou que, os casos de agressão física são categorizados como crimes, e por isso têm de ser resolvidos de acordo com a lei.

" Isto é um grande erro e é um caso criminal e tem de ser resolvido de acordo com a justiça", disse ele.

De acordo com informações dos familiares da vítima, Luísa foi encontrar-se com o seu marido porque há já muitos meses que ele abandonou a mulher e o filho, sem razões compreensíveis.

Até à publicação desta notícia a Radioliberdadedili.com tentou confirmar este caso com o ministro da Justiça, através de vários meios, contudo, não foi possível o encontrar.

Nota: VERGONHA,"SENHOR" MINISTRO, VERGONHA!
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